domingo, 29 de janeiro de 2012

Entrega Total | Pr. André de Paula | Igreja de Cristo Aracaju - Sergipe


Miniatura
Igreja de Cristo - Uma Família que ama você! Av. Prof. José Freitas de Andrade, 3639 - Bairro Coroa do Meio - Aracaju - Sergipe www.icaju.com.br Programa: Entrega total Edição: Piloto Mensagem: Entrega total | 28.01.12 Apresentação: Pr. André de Paula - prandre@icaju.com.br Produtor: André Júnior - www.andrejunior.com
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Fatores que Influenciam no crescimento da Igreja


Baseada no rápido crescimento da igreja cristã na China, 
esta lista foi formada com 23 fatores que influenciaram a experiência por lá. 
O maior valor talvez esteja na reflexão sobre como estes fatores 
podem estar influenciando a pregação do evangelho em outros lugares.
 
1. A rápida mudança na sociedade gerou ansiedade por mudança espiritual.
 
2. Oposição e perseguição pelo governo.
 
3. Coragem apesar  da ameaça de perseguição.
 
4. Amor uns pelos outros.
 
5. Novos crentes eram batizados logo após a sua conversão.

6. Conversos locais eram colocados em posições de liderança do começo.

7. Múltiplos líderes eram sempre estabelecidos.

8. Liderança leiga não-remunerada era usada nas igrejas.

9. Crescimento e "frutificação" eram esperados dos novos conversos.

10. Reprodução espiritual era esperada.

11. Igrejas necessitavam multiplicação.

12. A maioria das igrejas não tinha a oppção de usar um prédio exclusivo para a igreja.

13. A música tornou-se uma forte influência e encorajamento.

4. Reproducibilidade era enfatizada.

15. Conversos em todos os níveis eram responsáveis por aplicar o que haviam aprendido.

16. Visão e responsabilidade em relação à Grande Comissão eram ensinados em todos os níveis da igreja.

17. Responsabilidade era praticada em todos os níveis.

18. Consicência entre plantadores de igrejas e treinadores de que sua identidade, métodos, padrões e atitudes seriam imitados pelos novos conversos.

19. Modelo de plantio de congregações interculturais sensível à língua local. 

20. Evitar a impressão de que o Cristianismo é uma religião ocidental.

21. Baixos níveis de escolaridade eram levados em consideração.

22. Oração específica pelo grupo e pela sua evangelização.

23. Era uma obra divina.

O Rápido Crescimento da Igreja...


O rápido crescimento da igreja
nos primeiros séculos é algo empolgante
e motivador. Sua trajetória foi marcada
por um mover de Deus (Atos 2).
Seu crescimento inspira a igreja a buscar e descobrir
as estratégias para se alcançar este objetivo.
 
 Um estudo dos primeiros capítulos do livro de Atos mostra que aquela igreja não tinha nenhum tipo de inovação ou algo semelhante, mas, simplesmente, se colocou à disposição de Deus para trabalhar dentro do contexto de sua época. E é exatamente isso que precisamos fazer hoje.
A descida do Espírito Santo, em cumprimento às palavras de Jesus (Lc 24: 49), trouxe nova perspectiva de vida a sua igreja. A partir de Atos 2, percebe-se que ela avançou em sua tarefa de evangelização e que existem alguns requisitos essenciais para que a igreja hodierna faça Cristo conhecido a todas as nações (Mc 16: 15).
E o que se vê no livro de Atos é uma explosão no crescimento da igreja naqueles dias. Seu início foi com 120 pessoas, aumentando o número dos salvos para 3.000, passando para 5.000 e, em pouco tempo, os lugares mais distantes de Jerusalém já tinham recebido o evangelho (At 1: 8).
Com isso, aprendemos que a tarefa da igreja na terra não acabou, e que o seu crescimento não depende, unicamente, de recursos e estratégias humanas, mas de, pelo menos, três fatores indispensáveis.   
Avivamento genuíno
É importante dizer que o avivamento dos primeiros dias da igreja ficou marcado por sua autenticidade, isto é, foi algo real e incontestável, ocorrido em Jerusalém (At 2: 1-4). Esse acontecimento mexeu com a população naqueles dias: “... correndo aquela voz ajuntou uma grande multidão...”, v. 6. O dia de Pentecostes é conhecido por todos como o dia do derramamento do Espírito Santo sobre a igreja de Jesus.
Portanto, avivamento não se traduz por animação, ainda que sejam palavras com o mesmo sentido. Animação é um momento de êxtase e de pouca duração que, às vezes, acontece em nossos dias. Mas avivamento é algo mais profundo. É tempo de refrigério, de renovação, de transformação e de compromisso com Deus. E o que a igreja precisa nestes últimos dias é desse avivamento genuíno.
Uma leitura de Atos 2 deixa evidente alguns resultados do verdadeiro avivamento: a) concede unção na pregação da Palavra, v. 41; b) traz temor ao coração do povo, 43a; c) dá poder para realizar milagres, v. 43b; d) promove a comunhão entre os irmãos, v. 44. Todos estes requisitos bíblico-espirituais são extremamente importantes no processo de crescimento da igreja.
 
Firmeza na Palavra
A firmeza na Palavra de Deus é essencialmente fundamental nesse processo. Uma das atitudes da igreja, após o derramamento do Espírito Santo, era o hábito de se reunir todos os dias no templo e nas casas para ensinar e anunciar Jesus (5: 42). O ensino tinha prioridade naqueles dias, porque dava firmeza aos crentes frente às perseguições.
A igreja tem de se firmar a cada dia na Palavra de Deus. A Palavra era o fundamento dos primeiros cristãos: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos...” (2: 42). Ou seja: eles estavam alicerçados nos ensinos de Jesus. Diz a Bíblia que as multidões admiravam sua doutrina: “E admiravam-se da sua doutrina, porque a sua palavra era com autoridade”(Lc 4: 32).
Vivemos dias difíceis e de muita confusão religiosa. Há uma tendência muito grande para pregar ou ensinar valores pragmáticos, isto é, uma ênfase exacerbada do valor das emoções ou dos sentimentos, que deixam o povo carente de uma verdadeira experiência com Deus. É preciso pregar uma teologia puramente bíblica, levando o povo a aprender com a Palavra e na Palavra.
A firmeza na Palavra é importante porque capacita o cristão a vencer as heresias e falsas doutrinas que rondam a igreja do Senhor, gera temor e santidade na vida cristã, produz solidariedade, compromisso para com o próximo e desperta o cristão para pregar o evangelho, At 2:42-45.
 
Metodologia de trabalho
A metodologia de trabalho da igreja primitiva permitiu-lhe avançar rapidamente no crescimento. Seu método de trabalho era simples e prático. Era um povo alegre, unido nos propósitos e que tinha tudo em comum, v. 46. A igreja caía na graça do povo e as vidas iam sendo salvas:“E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que iam sendo salvos” (2: 47). 
Neste aspecto, um fator a ser considerado é o contexto de sua época, ou seja, havia perseguição e muita oposição das autoridades. Naqueles dias, lançavam mãos das lideranças, levando muitos à prisão (4: 1-3). Mas nem por isso deixavam de fazer a obra de Deus. O evangelho ia ganhando espaço em todas as camadas da sociedade.
A metodologia de trabalho diz respeito à aplicação correta das estratégias para se alcançar os alvos preestabelecidos. Apesar de não dispor de recursos tecnológicos apropriados, como temos em nossos dias, essa igreja dependia de uma metodologia prática. Notamos que a unidade era o carro-chefe para esse fim: “... perseverando unânimes...”, v. 46. E, por isso, as reuniões nos templos e nas casas atingiam seus objetivos.
Hoje, é preciso saber usar os recursos e as estratégias para o crescimento da igreja. A maneira ou o método como executá-los tem tudo a ver com os resultados positivos. Além do mais, é necessário considerar o contexto de cada igreja. Por exemplo, o que está dando certo na região Norte, pode não funcionar na região Sul e vice-versa. E, por isso, reafirmo: o crescimento da igreja depende estrategicamente de uma metodologia de trabalho adequada à região, à cidade ou ao bairro em que está inserida.       
Assim, uma igreja avivada e que, constantemente, busque o enchimento do Espírito Santo, que esteja voltada para a Palavra de Deus e que tenha métodos precisos para a aplicação de recursos e estratégias terá grandes vantagens na execução de seus projetos de crescimento.

Uma Igreja sem Propósitos???


Uma Igreja SEM Propósitos???


Não estou falando de um novo modelo de gestão para sua igreja. (...) Estou falando das igrejas como um todo. Igrejas locais, com endereço, com estatuto, com membros e líderes. Que são, ou deveriam ser, a expressão local da igreja universal de Jesus Cristo.
Tenho tido a oportunidade de visitar várias igrejas, de várias denominações, algumas históricas, outras de história bastante recente. Algumas que crescem, outras que estão do jeito que sempre foram, e outras que vem se arrastando, mantendo a velha programação e esperando que os gloriosos tempos de outrora voltem algum dia, quando faltava lugar pra tanta gente sentar.
Mas, voltemos aos propósitos. Eta palavrinha bem usada recentemente, não? Igrejas com propósitos, vida com propósitos, 40 dias com propósitos, tudo com propósitos...
Agora... pensando na definição bíblica de igreja, dada por Jesus: existe igreja sem propósitos?
Eu creio que a única resposta cabível é não! Jesus estabeleceu a sua igreja, e disse o que ela deveria ser e fazer. Estabeleceu os seus propósitos. Pouco mais tarde, o Espírito Santo, por intermédio de Paulo, Pedro e outros, estabeleceu algumas normas pelas quais estes propósitos deveriam ser alcançados. Portanto, igreja bíblica é igreja com propósitos (mesmo que use o G12, que se divida em células, que siga a árvore do discipulado, que se organize por ministérios, etc., etc., e mesmo que adote o modelo da igreja com propósitos).
Mas se pensarmos no que temos conseguido e observado com nossas igrejas por aí, começo a pensar que existem variações um tanto estranhas. Penso que todas elas continuam a ser igrejas com propósitos, mas convenhamos... tem cada propósito por aí...
Eu o convido a analisar comigo alguns casos e até a pensar em outros, caso você queira. Lamentavelmente a relação é meio que extensa.
A igreja com o propósito de cultuar a tradição - ora, que se danem os perdidos. Ora, que se danem os jovens e os que querem novidades. Nossa igreja sempre foi assim, ainda é assim, e sempre será assim. Foi assim que sempre fizemos, e assim sempre faremos. Pelo menos até que os manda-chuvas morram
A igreja com o propósito de quebrar paradigmas – temos que modernizar! Temos que achar um novo meio de fazer as coisas! Tudo novo é melhor. Esqueça o que sempre foi feito. O deus dessas igrejas é a quebra da tradição, é o novo modelo. Estão tão atentas em seus novos métodos que se esquecem de pregar o evangelho.
A igreja com o propósito de construir o templo – você já contribuiu? Você já fez seu compromisso de fé? Ora, apresse-se irmão! Temos que comprar os vidros! Temos que isso, temos que aquilo. Temos que construir nosso edifício de educação religiosa. A igreja vira um canteiro de obras, e o edifício passa a ser o “objeto de adoração”.
A igreja com o propósito de vender favores – venha ao nosso culto dos endividados! Venha ao nosso culto da libertação! Venha ao nosso culto da cura e da unção! Venha ao nosso culto disso, culto daquilo. Seja um dos nossos, contribua (claro), e receba com juros e dividendos os favores de Deus. Ah... você já fez tudo isso e o favor não chegou? Falta de fé, irmão...
A igreja com o propósito de mostrar fenômenos – se você vai ao culto de uma dessas igrejas e não sente nem um arrepiozinho, avalie a sua fé, meu caro. O fogo tem que descer. O pau com o capeta tem que quebrar. O inimigo é amarrado. Mas parece que ele acaba se soltando, pra poder ser amarrado de novo no próximo fim se semana.
A igreja com o propósito de triunfar – pensamento positivo, meu velho. Carro importado, sim. Clame por mais faturamento, amigo empresário! Que seus negócios reflitam o poder de Deus! Ah..., é... sei..., mas sabe, esse negócio do apóstolo Paulo dizer que sabe o que é ter fartura e sabe o que é passar necessidade é uma passagem isolada... esse negócio de combater o bom combate, de espinho na carne, é tudo uma visão momentânea...
A igreja com propósito de conviver - é o princípio do monte da transfiguração: "bom estarmos aqui, Senhor! Façamos aqui três tendas!" É a igreja-clubinho dos amigos. Tem um sentimento de família imbatível. Os membros se amam e se dão bem. Tão bem que não querem estragar o ambiente deixando mais gente entrar. Por isso esquecem de pregar.
A igreja com o propósito de discutir teologia - são verdadeiros seminários. Todos os membros sabem tudo de Biblia. Pena que de vez em quando rola uma briga entre os calvinistas e os wesleyanos. Ou entre os pre-milenistas e os pós-milenistas. Brigas entre os doutores da lei. Ensinar Bíblia sempre foi bom, mas há alguns lugares onde o bate-bola teológico foi tão longe que talvez chegue no que Paulo classifica de genealogias intermináveis.
A igreja com propósitos não-declaráveis – pode ser o propósito de comprar uma rede de televisão, de arrecadar dinheiro, de manter o emprego do pastor, de arranjar trabalho para outros obreiros, de montar uma estrutura, de promover alguém na denominação, etc., etc.
Enfim, a questão que fica não é se existe ou não existe igreja sem propósitos. A questão é saber de que propósitos estamos falando.
É óbvio que, filtradas as ironias e um certo humor que existe na descrição dos casos acima, conviver, ensinar, construir, quebrar paradigmas, entre outros, são coisas que precisam passar pela vida de uma igreja sadia e normal. O que não pode ocorrer é que os meios se tornem os fins!
Igreja de Jesus Cristo tem que ter os propósitos de Jesus Cristo. Caso contrário ela é uma confraria, uma associação sem fins-lucrativos, beneficente, sei lá o que. Pode ter até nome de igreja, mas...
Qual é o propósito da igreja de Jesus? Crescer, fazendo discípulos. Discípulos que são adicionados à família porque lhes é apresentado o real evangelho de Jesus. Discípulos que aprendem a guardar os ensinamentos de Jesus. Discípulos que se multiplicam à imagem de Jesus, conforme Jesus, tendo Jesus como modelo.
Igreja com os propósitos de Jesus cresce. Em número, conhecimento, graça e amor, conforme Ele projetou, mandou, estabeleceu.
Igreja com outros propósitos faz qualquer outra coisa. Talvez até cresça. Mas será que transforma vidas à imagem de Jesus?

Coração Determinado


coração determinado é um dos mais poderosos motivadores conhecidos.
Uma mulher siro-fenícia ou(cananeia) demonstrou isso
durante uma das jornadas deensino de Jesus.
 
Não sabemos o seu nome,mas sabemos que
ela tinha perspicácia,coragem, persistência e iniciativa.
 
Obviamente, a fama daJesus havia se espalhado para além da Palestina.
Mais ainda seu ministériode curas já era notícia em Tiro e Sidom,
mas poucas pessoastransporiam as barreiras culturais
e religiosas para aproximar-sedele.
Essa mulher era uma daspoucas.
 
O que a motivou a tomaressa iniciativa por conta própria? O seu coração determinado. (coração de mãe)
 
Havia pelo menos trêsbarreiras que poderiam tê-la desencorajado:
era gentia (Mt 15:24),cananeia (v 22) e mulher (Jo 4:27).
 
Mas a magnitude do amor demãe a atraiu de forma
tão irresistível como alua atrai as marés.
 
Essa mulher fez uso de umaabordagem tríplice:
reconheceu Jesuscomo verdadeiro Rei,
chamando-o de “Filho deDavi” (Mt 15:22);
reconheceu-ocomo seu rei e Mestre,
chamando-o de Senhor; e fez uma oração simples:
“Tem compaixãode mim” (v 22), “Socorre-me (v 25).
Essas expressões sãoirresistíveis para Deus.
 
Sua persistência duranteesse breve encontro com Jesus
revelou não somente adeterminação de uma mãe,
mas também uma fécrescente.
 
Perceba: Não foi o amorpor sua filha
que mais impressionouJesus
(embora isso certamente oagradasse),
mas a sua grande fé (v 28).
 
Existe um paralelo incomumentre essa mulher e Raabe,
a prostituta do AntigoTestamento (Js 2).
Ambas vieram dosirremediavelmente perversos cananeus;
 
demonstraram um forte amorpela família;
revelaram coragem,persistência e audácia
em se afastar de seucontexto religioso por conta própria;
avaliaram o Deus de Israele consideraram superior
aos seus deuses (naverdade, elas deram a Javé
mais crédito do que ospróprios israelitas deram);
 
firmaram um compromisso comDeus de Israel;
e receberam aquilo queprocuravam.
 
Seguir a Jesus é definiçãode “Comprometimento”.
 
Comprometimento exige escolha;
Ou negamos a nós mesmos ounegamos a Cristo.
 
Seguimos o caminho deCristo ou
perseguimos o nossopróprio caminho.
 
Falar sobre Cristo nãoteria sentido sem o andar com Ele.
 
Comprometimento exigeação,
e não pode ser separado daresponsabilidade.
 
Comprometimento constróiFé e desenvolve o caráter.
 
Mais do que qualquercoisa,
relembramos aqui a fépersistente,
e até mesmo obstinada,dessa mulher.
Ela não desistiu.
 
Nós, porém, não somos daqueles 
que se retirampara a perdição,
mas daqueles que crêem para a conservação da alma. 
Hebreus 10:39